lundi 13 mars 2017

Dilma Rousseff visita o CMI


               
Dilma Rousseff visita o CMI
Rousseff foi recebida no Centro Ecumênico no dia 10 de março. ©Albin Hillert/WCC
2017-03-10


English version published on: 2017-03-11
            
O Rev. Dr. Olav Fykse Tveit, secretário-geral do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), recebeu a ex-presidente brasileira Dilma Rousseff, no dia 10 de março, no Centro Ecumênico, em Genebra, Suíça.
Acompanhado da vice secretária-geral Profa. Dra. Isabel Apawo Phiri, Tveit deu as boas-vindas a Rousseff a pedido da liderança do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC).
A discussão centrou-se em problemas e possibilidades para a justiça e paz no mundo.
Rousseff estava acompanhada do Sr. Marco Aurelio Garcia, ex-assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, e da Rev. Lusmarina Campos Garcia, representante do CONIC.
Rousseff está em Genebra como uma das palestrantes do Festival de Cinema de Direitos Humanos, iniciativa paralela aos debates no Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU).


Igrejas-membro do CMI no Brasil
CONIC
Peregrinação de Justiça e Paz
Trump invita Abu Mazen alla Casa Bianca


 
Usa/Palestina. Il presidente palestinese ha aperto, come voleva, un canale di comunicazione con la nuova Amministrazione Usa ma l'invito a Washington non rafforza la sua posizione
Donald Trump ha invitato Abu Mazen alla Casa Bianca. Il leader palestinese ha ribadito la volontà di arrivare a un accordo con Israele e ha ricordato al presidente americano gli impegni presi dagli Usa in passato. Sono questi i punti principali della conversazione telefonica avvenuta ieri sera tra il presidente americano e quello palestinese. E’ il primo contatto tra la nuova Amministrazione e Abu Mazen che può dire di aver segnato un punto a suo favore. Per settimane ha tenuto a freno le frange più dure del suo partito, Fatah, che premevano per lo scontro con un Trump che si proclama alleato di ferro di Israele. Ha scelto la cautela, convinto che il presidente americano presto o tardi avrebbe avviato i contatti con i palestinesi visto che proclama di poter arrivare all’accordo di pace fallito dai suoi predecessori. Tuttavia il colloquio con Trump non porta un gran beneficio al presidente palestinese.
La posizione di Abu Mazen resta precaria all’interno e all’esterno. In Cisgiordania, così come a Gaza, la popolazione è indifferente agli sviluppi “diplomatici”. Pochi palestinesi credono, anche nell’entourage del presidente, che Trump possa persuadere il premier israeliano Netanyahu ad accettare la condizione, il blocco delle attività di insediamento, posta da Abu Mazen per tornare al tavolo delle trattative. Certo l’Amministrazione ha ammonito Israele dall’annettersi la Cisgiordania ma allo stesso tempo lavora con il governo Netanyahu intorno a un’intesa che, quasi certamente, vedrà gli Usa accettare la crescita dei principali blocchi di insediamenti ebraici in cambio di un congelamento non dichiarato delle costruzioni nelle colonie più isolate. Netanyahu, peraltro, non può accettare freni alla colonizzazione, per motivi ideologici e politici. “Casa ebraica”, il partito dei coloni, è in crescita costante nei sondaggi e il suo leader, Naftali Bennett, sibillinamente si dice pronto ad occupare la poltrona di primo ministro quando «sarà tramontata l’era Netanyahu».
Per Abu Mazen non è migliore il quadro della situazione all’esterno. Girano ancora voci di un’alleanza più solida tra i quattro paesi del “Quartetto Arabo” o la “Nato araba – Arabia saudita, Emirati, Egitto e Giordania –, più aperti nei confronti di Israele e che certe condizioni potrebbero rilanciare la vecchia idea di una confederazione giordano-palestinese per la Cisgiordania. Inoltre il presidente dell’Anp deve fare i conti con l’ostilità del Cairo. L’Egitto vuole che il leader palestinese «perdoni» il suo rivale Mohammed Dahlan – un ex capo dei servizi di sicurezza a Gaza che vanta buoni rapporti con Israele, Usa e diversi leader arabi – per offrigli la possibilità di candidarsi alla sua successione. Abu Mazen rifiuta e, per ritorsione, il Cairo ha impedito l’ingresso nel Paese a Jibril Rajoub, tra i leader di Fatah e nemico giurato di Dahlan. Ieri sera fonti di Fatah spiegavano al manifesto che a due settimane dall’inizio del vertice arabo ad Amman, Abu Mazen non sa ancora se la questione palestinese sarà in testa all’agenda del summit o se i “fratelli arabi” si limiteranno agli abituali proclami di appoggio destinati all’oblio.

dimanche 12 mars 2017

Na Suíça, Dilma diz querer que "Brasil tenha encontro correto com a democracia"

Dilma Rousseff participa de eventos na Suíça e em Portugal, de 10 a 15 de março.

A ex-presidente Dilma Rousseff faz uma viagem de três dias à Genebra, na Suíça. Ela encontrou autoridades, deu entrevista à TV sobre política nacional e falou sobre os programas de combate à fome e à miséria durante seu mandato e o de Lula da Silva, durante Fórum sobre Direitos Humanos.

Em sua 15ª edição (de 10 a 19 de março), em Genebra, o engajado Festival Internacional de Filmes de Direitos Humanos recebe 300 convidados do mundo inteiro. Entre as diversas temáticas ligadas ao tema, a luta contra a fome e a miséria destacou as iniciativas da Índia e do Brasil, cujo modelo "Fome Zero", foi explicado por Dilma no evento paralelo Fórum Direitos Humanos.
Philippe Mottaz, um dos responsáveis do Fórum, definiu a presença de Dilma como uma reflexão sobre um capítulo complexo da história política brasileira. "Temos a liberdade e a independência de convidá-la, e cada um poderá construir sua própria opinião sobre a sua destituição", afirmou.
Agenda lotada e reunião com autoridades
Na sexta-feira (10), Dilma Rousseff encontrou o secretário-geral do Conselho Mundial de Igrejas, Olav Fykse Tveit, e a ex-presidenta da Suíça, Ruth Dreifuss. Ela também foi recebida por Guy Rider, diretor da OIT - Organização Internacional do Trabalho. O dia continuou com reuniões com organizações internacionais.
Em entrevista à televisão pública do país, Dilma garantiu que não pretende voltar à presidência, mas continuará fazendo política para assegurar que o Brasil tenha "um encontro correto com a democracia" e que Luiz Inácio Lula da Silva possa concorrer na eleição presidencial de 2018. Ela também comentou à TV as atuais manifestações que acontecem no Brasil. "Eu acho que quando um país se encontra frente a um golpe baseado em uma fraude, como foi essa destituição sem um crime de responsabilidade, com um governo que me substitui, um governo ilegítimo, golpista e usurpador, o que acontece? A revolta das pessoas face a essa ruptura democrática, para uma democracia que nos custou tanto para conquistar. Ela se expressa em manifestações pacíficas", ela disse.
Ainda em Genebra, Dilma se reunirá com parlamentares e relatores de Direitos Humanos. No dia 13 ela se reúne com pesquisadores do The Graduate Institute of Genebra para falar sobre o futuro da luta contra o neoliberalismo.
A próxima etapa de sua viagem é Lisboa, para onde segue no dia 13, quando será recebida pela Fundação Saramago, Casa do Brasil em Lisboa e Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. No dia 15, Dilma fará uma conferência sobre “Neoliberalismo, desigualdade, democracia sob ataque”, no Teatro da Trindade, na capital portuguesa.

samedi 11 mars 2017

No recibí sobornos en campaña: Dilma Rousseff

Dilma Rousseff, ex presidenta de Brasil, ofreció una conferencia de prensa en Ginebra, en donde rechazó categóricamente que haya recibido algún soborno en su campaña presidencial.


11 de marzo de 2017      por Rafael Corro        

Dilma Rousseff, ex presidenta de Brasil, este sábado rechazó categóricamente haber recibido cualquier tipo de soborno en ninguna de sus campañas presidenciales, ni tampoco de la empresa Odebrecht, que se encuentra en el centro del escándalo de corrupción que tocado a toda la clase política del país.
"Nunca pedí coimas, nunca recibí coimas, y de hecho nunca hablé con todos aquellos que ahora están siendo investigados o presos por haber pagado coimas", explicó Rousseff en una conferencia de prensa que ofreció en Ginebra.
Rousseff, quien fuera la primera presidenta de Brasil, explicó que el financiamiento de su última campaña fue declarada de manera íntegra, además de que la cantidad es conocida públicamente, 350 millones de reales, alrededor de 110 millones de dólares.
En los últimos meses, ejecutivos de las empresas más grandes de Brasil, en especial de la constructora Odebrecht, han declarado haber pagado sobornos por más de cien millones de reales, unos 31.4 millones de dólares, con el fin de financiar la campaña de la ex presidenta.
Por su parte, Rousseff cuestionó las denuncias hechas por los miembros de Odebrecht, pues aseguró que lo están haciendo para ser parte de los beneficios del sistema de acusación y recibir rebajas de las penas que conllevan sus acciones criminales, lo que a consideración vicia todo el proceso y lo hace dudoso.
"Yo soy una persona que necesita ver las pruebas. Si se acusa de algo tiene que estar sustentado con pruebas no en declaraciones", puntualizó la ex mandataria brasileña.
AL FESTIVAL DE CINE SOBRE DERECHOS HUMANOS


Por Dilma Rousseff




"Garantizar que Lula tenga la posibilidad de ser candidato es muy importante en estos momentos", dijo la política a la prensa en
Ginebra, donde acudió para participar en festival de cine sobre derechos humanos.
El ex presidente de izquierdas es el favorito para las elecciones del año que viene, según las encuestas actuales, en las que solo él y el diputado de ultraderecha, Jair Bolsonaro, aumentan en popularidad.
El actual presidente, el conservador Michel Temer, solo cuenta ...con 10.3 por ciento de opiniones favorables, según una encuesta del mes de febrero
"Lula ha atravesado un periodo durante el cual todos los medios de comunicación estaban contra él, donde hubo intentos de arrestarlo, de llevarlo a la cárcel. Pero sigue arriba de todo en todas las encuestas", explicó la ex mandataria, que estuvo en el poder entre 2011 y 2016, cuando fue destituida por el Congreso.
"En 2018 tenemos una cita con la democracia en Brasil", advirtió.
La democracia "está siendo atacada por parásitos que hacen peligrar a las instituciones"
"Nunca pedí dinero por debajo de la mesa, y nunca recibí nada. Nadie puede decir lo contrario", insistió la ex presidenta.
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Moraes censura entrevista de Eugênio Aragão ao site do PT

Partido vai recorrer da decisão, que é vista como atentado à democracia. Veja abaixo a nota divulgada pelo secretário de Comunicação e vice-presidente, Alberto Cantalice
 
10/03/2017 16h36

Reprodução


Matéria censurada pela Justiça
O ex-ministro golpista da Justiça e agora nomeado para o Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes obteve na Justiça uma liminar que censura o site do PT.
A liminar impede que o partido mantenha no ar uma entrevista com o ex-ministro da Justiça do governo Dilma Rousseff Eugênio Aragão, repleta de críticas à conduta de Moraes à frente da pasta. Aragão também condenava o histórico do novo ministro do STF.
Em nota, o secretário de Comunicação e vice-presidente do PT, Alberto Cantalice, informa que o partido vai recorrer da decisão. Para ele, a censura “é mais um atentado à democracia perpetrado por integrante do ilegítimo governo golpista que hoje ocupa o poder no Brasil”.
O texto foi publicado pelo site do PT em 11 de janeiro, diante da crise no sistema penitenciário brasileiro e da falta de ações do governo golpista. O partido foi intimado da decisão nesta quinta-feira (9).
Veja aqui a matéria publicada e o vídeo da entrevista exclusiva de Eugênio Aragão ao site do PT.
Leia a nota:
“ Nota Oficial
A censura sofrida pelo página do PT na internet, a partir de uma ação judicial movida pelo ex-ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, é mais um atentado à democracia perpetrado por integrante do ilegítimo governo golpista que hoje ocupa o poder no Brasil.
É profundamente lamentável, e causa grande preocupação, o fato de que Moraes, recentemente nomeado para a mais alta corte de Justiça do país, tenha mobilizado seus esforços para censurar a opinião do ex-ministro do Governo Dilma Rousseff, Eugênio Aragão, exposta em entrevista à Agência PT.
O Partido dos Trabalhadores irá recorrer contra essa decisão, que lembra os piores dias do regime militar, e continuará lutando pelo retorno do Brasil ao Estado Democrático de Direito, que só acontecerá quando houver novas eleições diretas para a presidência da República.
Alberto Cantalice
Secretário Nacional de Comunicação do Partido dos Trabalhadores”




Da Redação da Agência PT de Notícias

Un millón 500 mil de nuevos pobres en la presidencia de Macri

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La difusión, este viernes, de los índices sobre el aumento de la pobreza e indigencia en Argentina; el incremento de la inflación, que se disparó en febrero; miles de despidos, y el cierre de empresas importantes, entre otros, y después de tres marchas multitudinarias de protesta contra las medidas del gobierno del presidente Mauricio Macri, los gremios de educadores de la ciudad y provincia de Buenos Aires rechazaron las propuestas de aumento salarial, que consideraron una burla del oficialismo y anunciaron nuevos paros.
En el contexto de lo que analistas consideran un estado de malestar, que se advierte en todo el país, la pobreza aumentó de 29.3 por ciento de finales de 2015 a 32.9 en el tercer trimestre de 2016, lo cual significa un incremento de un millón 500 mil nuevos pobres durante los primeros tres trimestres del gobierno de Macri. De acuerdo con esos cálculos de la Universidad Católica Argentina (UCA), existen cerca de 13 millones de personas por debajo de la línea de pobreza.
El observatorio de la UCA informó además que entre 2011 y 2015 la pobreza por ingresos pasó de 24.7 a 29 por ciento de la población. Un alza de 4.3 puntos porcentuales. Es decir, el nuevo gobierno acumuló en apenas nueve meses un deterioro similar a toda la pobreza generada en los cuatro años anteriores, cuando supuestamente los indicadores alcanzaron niveles alarmantes para la entonces oposición y hoy oficialismo.
La indigencia pasó de 5.3 a 6.9 por ciento en el mismo periodo, lo que significaría un aumento de alrededor de 600 mil personas en esa situación entre 2015 y 2016, arrojando un total de 2.7 millones al tercer trimestre del año pasado.
Para la UCA, entre 2011 y 2015 la indigencia por ingresos cayó de 6.1 a 5.3 por ciento de la población. Ese descenso de 0.8 puntos porcentuales acumulado a lo largo de un lustro se esfumó en nueve meses, cuando el indicador trepó 1.3 puntos porcentuales. Durante el segundo mandato de Cristina Fernández la tasa de indigencia bajó 15 por ciento, en tanto que en tres trimestres de Macri subió 30 por ciento.
Esas cifras son consideradas moderadas por otros observatorios, pero indican que el gobierno de Macri continúa tomando medidas que aumentarán a límites impredecibles la tragedia social que vive el país. El ministro de Energía, Juan José Aranguren, anunció un nuevo tarifazo de gas, cuando la mayoría de la población –como se expresó en la marcha de los trabajadores– advierte que no podrá pagar los aumentos, porque deben elegir entre comer o cubrirlos.
En tanto, los maestros anunciaron paros por todo el país. Después de las reuniones con el gobierno de María Eugenia Vidal en la provincia de Buenos Aires y de Horacio Rodríguez Larreta en esta capital, la Unión de Docentes Argentinos (UDA) y la Confederación de Trabajadores de la Educación de la República Argentina anunciaron cuatro días de paro nacional para todos niveles de enseñanza.
El dirigente de UDA, Sergio Romero, confirmó a la televisora C5N que los docentes de todo el país pararán el próximo miércoles 15 y jueves 16. Luego el martes 21 y miércoles 22. Estamos muy preocupados por esta situación. Veníamos anticipando que esto podía suceder. Hay un mapa generalizado de no acuerdos salariales, porque están intentando que un docente se sostenga todo el año bajo la línea de pobreza.
El gobierno no acepta que esta crisis educacional sólo comenzaría a superarse con la convocatoria de la paritaria (negociación salarial) nacional docente.
A esta medida se suma el paro de 24 horas que ya convocaron los seis gremios docentes de la provincia de Buenos Aires, tras rechazar la oferta del gobierno bonaerense, por lo que el próximo lunes no habrá clases. Lo que ofrecieron es 19 por ciento de aumento, es decir, un punto más del 18 por ciento y en cuotas, lo cual significaría que los profesores pasarían a integrar los millones que están ya bajo la línea de pobreza.
A su vez, 10 organizaciones no gubernamentales y civiles que lideran la causa Infancia en Deuda renovaron el reclamo de atender con urgencia la situación socioeconómica de niños y adolescentes de Argentina, al conocerse el informe del Observatorio de la Deuda Social Argentina, de la UCA. El tema es que más de 45 por ciento de niños y adolescentes están en la pobreza, y la perspectiva es que seguirán incrementándose los sectores en la línea de indigencia en todo el país.

Crece la presión

Esta situación incrementó las acciones represivas contra trabajadores despedidos, como sucede con la importante empresa lechera Sancor, donde se instalaron policías para impedir cualquier protesta. Pero lo sucedido el pasado 8 de marzo, al terminar la Marcha de Mujeres, es el tema de denuncia actualmente, ya que la policía realizó una acción imprevista dos horas después. Entró a los restaurantes donde comían algunas de las manifestantes, llevándose a unas 30 mujeres con extrema violencia.